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quinta-feira, 2 de maio de 2024

Aécio quer Lula processado por afrontar Constituição!

 






O PSDB acionará o Ministro do Trabalho – e demais responsáveis – na Justiça por uso indevido de rede nacional de rádio e televisão para promoção pessoal do Presidente da República: o nome do presidente Lula foi citado cinco vezes no pronunciamento do Ministro, o que afronta a Constituição e a legislação em vigor por violar o princípio da impessoalidade que deve reger a utilização desses instrumentos de comunicação.

No pronunciamento da última terça-feira (30), sob o pretexto de comemorar o dia Primeiro de Maio, o Ministro do Trabalho agiu muito mais como militante do partido do Presidente do que como ministro de Estado. Promoveu de forma indevida a pessoa do presidente da República.

O PSDB vai adotar todas as medidas cabíveis para que os responsáveis pelas irregularidades sejam punidos. Nosso pedido é que sejam multados e que devolvam os valores usados indevidamente. O PT, mais uma vez, demonstra ter enorme dificuldade em separar o que é interesse público do que são seus próprios interesses. O pronunciamento para promover a pessoa do presidente da República e o “nosso governo” citado outras tantas transformou o que deveria ser um espaço institucional em propaganda política e pessoal.

Esse comportamento deve ser punido para que não se repita no futuro.

Marconi Perillo
Presidente Nacional do PSDB

Deputado federal Aécio Neves
Presidente do ITV

sexta-feira, 23 de fevereiro de 2024

Aécio: "Através do ITV, faremos o PSDB ser o Farol da Oposição"


            


"Participei da reunião da bancada do PSDB-Cidadania na Câmara Federal, na última quarta-feira. Recebemos o presidente nacional do partido, Marconi Perillo, que compartilhou conosco seus esforços para fortalecer a legenda.

Juntos, debatemos as pautas mais relevantes da Casa, alinhamos estratégias e renovamos nosso compromisso com diálogos construtivos, afastados das polarizações, visando apresentar soluções reais para as demandas da sociedade.

O Instituto Teotônio Vilela, do qual tenho a honra de presidir, está empenhado em posicionar o PSDB como o ‘Farol da Oposição’. Estamos preparando materiais de apoio para todos os membros do partido, buscando fortalecer e unificar nossa mensagem partidária. Juntos, seguimos firmes na missão de construir um futuro melhor para o Brasil."

Aécio Neves 
#deputadoaecioneves 

terça-feira, 28 de novembro de 2023

Aécio Neves expôe o papel do PSDB de oposição ao governo Lula





“Esperamos que o PSDB dê novos e vigorosos passos rumo ao fortalecimento do seu papel de oposição ao governo Lula, à gastança desenfreada do Estado, à pouca aptidão pela gestão pública, aos injustificáveis alinhamentos ideológicos na política externa, dentre outras questões.”
🎙️ Aécio Neves, sobre o papel do PSDB


#aecioneves, @aecioneves,

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Liderança e bom senso de Aécio Neves prevalece no PSDB de São Paulo.






Em um movimento para tentar frear o fortalecimento do PSB no Estado, o PSDB paulista contrariou o governador Geraldo Alckmin e desistiu de eleger uma nova direção para a legenda em São Paulo. Com isso, prevaleceu uma determinação do senador Aécio Neves (PSDB-MG), que prorrogou seu próprio mandato na presidência nacional do partido e estendeu a medida para todos os diretórios.


Alckmin, Aécio e o ministro das Relações Exteriores, José Serra, são cotados internamente como candidatos ao Palácio do Planalto em 2018.


Em uma reunião tensa na noite de segunda-feira, 9, - a qual a reportagem presenciou - o presidente do partido no Estado, deputado Pedro Tobias, justificou a decisão de ficar mais um ano à frente do Diretório Estadual com o argumento de que se "preocupa" com a sucessão ao Palácio dos Bandeirantes em 2018.


Segundo ele, o temor é de que Alckmin, para viabilizar sua candidatura à Presidência, faça uma aliança com os pessebistas em detrimento de um nome do PSDB em São Paulo. Dirigentes do PSB defendem que o atual vice-governador, Márcio França, seja o candidato apoiado pelos tucanos.


"O partido está em primeiro lugar. Minha preocupação é chegar o governador amanhã e fazer uma aliança com o PSB. Porque o governador sempre quer mais aliança, mas partido é partido, e governo é governo", disse Tobias. Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo na semana passada, o dirigente havia feito outro discurso e afirmara que abriria mão de renovar o próprio mandato para defender a democracia interna.


Durante a reunião, Tobias também acusou o PSB de ter prejudicado o PSDB nas eleições municipais deste ano. Ele citou como exemplos os casos de Mauá e Guarulhos, cidades onde o PSB venceu candidatos tucanos.


Em outra declaração que evidenciou a divisão entre os tucanos, o presidente do PSDB paulista ainda reclamou da falta de apoio do partido ao vereador Mário Covas Neto (PSDB) na disputa pela presidência da Câmara Municipal paulistana. A bancada tucana seguiu orientação do prefeito João Doria, afilhado político de Alckmin, e votou no vereador Milton Leite (DEM), que se elegeu. "Muitas vezes a relação de aliança deixa alguém sacrificado. O PSDB fica nisso. Foi o caso da presidência da Câmara Municipal: o prefeito é nosso e ficamos de fora", disse Tobias na reunião.


Antes de articular sua permanência no cargo, o dirigente tucano consultou Serra e o senador Aloysio Nunes Ferreira, líder do governo Michel Temer no Senado. Adversários de Alckmin no partido, ambos chancelaram a iniciativa. Já Aécio não participou da articulação no diretório paulista.


Movimento


Tobias disse para aliados que mudou de ideia porque "identificou" uma movimentação nos bastidores do chefe da Casa Civil de Alckmin, Samuel Moreira, para tirar seu grupo do comando do diretório e instalar no lugar um grupo afinado com o PSB. Procurado pela reportagem, Moreira não foi localizado.


Pré-candidato à Presidência em 2018, o governador paulista tem o apoio dos pessebistas, que sinalizam até com a possibilidade de lançá-lo na disputa caso não se viabilize no PSDB. A contrapartida seria o apoio de Alckmin à candidatura de França em São Paulo.


Após Tobias dizer que haveria eleição interna, três tucanos se apresentaram para disputar o cargo, todos da estrita confiança de Alckmin: o secretário de Desenvolvimento Social, Floriano Pesaro; o prefeito de Santos, Paulo Alexandre Barbosa; e o deputado federal Miguel Haddad.


A decisão de prorrogar o mandato no Diretório Estadual teve 18 votos favoráveis e três contrários, do deputado federal Vanderlei Macris, e dos estaduais Cauê Macris e Carlão Pignatari Tobias se absteve.


Na saída da reunião, um membro da Executiva próximo ao governador chamou a manobra de "golpe". Outro afirmou que o discurso "constrangeu" o governador e que Moreira levou "uma bicicleta" de Tobias.



Alguns membros do Diretório Estadual disseram que se sentiram constrangidos a votar a favor da prorrogação do mandato. Durante a reunião, membros da Executiva Estadual levantaram a possibilidade de apresentar uma moção de repúdio para registrar o descontentamento com a decisão pela prorrogação do mandato de Aécio. A sugestão, porém, nem sequer foi discutida. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

O Tempo/MG

segunda-feira, 27 de junho de 2016

PSDB desmascara as falsas denúncias envolvendo Aécio Neves


Confira nota do PSDB de Minas sobre falsas denúncias envolvendo o senador Aécio



Informação à imprensa

1 – O senador Aécio Neves desconhece as afirmações publicadas atribuídas ao sr. Leo Pinheiro e as considera falsas e absurdas.

2 – O sr. Oswaldo Costa é empresário conhecido e respeitado em Minas Gerais muito antes de ocupar funções de governo e, como inúmeros companheiros, atuou, de forma pública e transparente no apoio às campanhas do PSDB.

3 – As obras da Cidade Administrativa do Estado de Minas Gerais foram executadas com absoluta transparência e permanente acompanhamento pelos órgãos de controle.

4 – A correção dos procedimentos de execução da obra foi atestada por empresa de gerenciamento e auditoria externa contratada por meio de processo de licitação e pelos órgãos de controle do Estado.

5 – Os editais foram submetidos para avaliação prévia do Ministério Público e do Tribunal de Contas do Estado (TCE), antes da abertura do processo de licitação.

6 – As obras foram licitadas em março de 2007, tiveram contratos assinados em 5 dezembro de 2007 e foram concluídas em março de 2010.

7 – O valor inicial da obra foi de R$ 949 milhões. O valor dos aditivos foi de cerca de 10% do total apenas, muito abaixo dos percentuais praticados em obras públicas. Com os aditivos, a obra ficou em R$ 1.050.182.771,92.

8 – O valor de R$ 1,26 bilhão divulgado pela Folha de S.Paulo inclui correção monetária obrigatória aplicada a todas as obras públicas realizadas no país e o valor de um túnel de acesso, licitado posteriormente para garantir segurança de tráfego aos servidores e que não fazia parte da construção do complexo anteriormente orçado.

9 – Como forma de baratear os custos de execução e abrir espaço para participação de mais empresas, as obras foram divididas em três lotes distintos. O consórcio do qual fez parte a OAS respondeu pela execução de um deles.

10 – O valor de participação da OAS no lote licitado foi menos da metade do informado pelo jornal. A participação da OAS foi de cerca de R$ 50 milhões. A participação de cada empresa nesse lote foi de 60% (Odebrecht), 25,71% (Queiroz Galvão) e 14,29% (OAS).

11 – Ao final das obras, o consórcio da OAS apresentou solicitação de aumento nos valores a serem pagos. O pleito não foi aceito pelo Estado

12 – Não é verdadeira a afirmação de que o nome do sr. Oswaldo Costa tenha sido citado em lista de políticos que teriam recebido propina da Odebrecht.

13 – A Odebrecht doou à campanha nacional do PSDB, em 2014, cerca de R$ 15 milhões como devidamente declarado junto ao TSE.

14 – Não é também verdadeira a informação publicada de que o então governador Aécio Neves “costumava usar” um Rolls Royce de propriedade de Oswaldo Costa. O empresário é conhecido colecionador de carros antigos há mais de quarenta anos e cedeu veículos apenas para a cerimônia de posse dos governadores Aécio Neves e Antonio Anastasia no governo de Minas. Um deles inclusive utilizado pelo então governador Juscelino Kubitschek na década de 50. O carro jamais foi usado pelo então governador em qualquer outra ocasião como sugere a matéria.

15 – Ressalte-se que as contribuições feitas pela OAS ao PSDB de Minas e Nacional nesse período encontram-se registradas na contabilidade do Partido

16 – Acusações da gravidade das publicadas precisam vir acompanhadas de provas, sob o risco de servirem a interesses outros que não os da verdade.

17 – Registramos ainda que causa estranheza a insistência com que esse trecho da suposta delação do sr. Leo Pinheiro vem sendo vazado de forma reiterada a veículos de imprensa nas últimas semanas.

18 – O senador Aécio Neves reafirma sua confiança de que, ao final, a verdade prevalecerá e a correção da atuação dos auxiliares do então governador restará constatada.

quarta-feira, 10 de junho de 2015

Vídeo de Aécio Neves anunciando a posição do PSDB sobre a maioridade penal

  Video: Entrevista coletiva do presidente do PSDB, senador Aécio Neves

O presidente do PSDB, senador Aécio Neves, anunciou hoje (09/06), em Brasília, o consenso do PSDB em torno de três propostas no debate sobre a maioridade penal no Brasil.

O presidente do PSDB, senador Aécio Neves, anunciou hoje (09/06), em Brasília, o consenso do PSDB em torno de três propostas no debate sobre a maioridade penal no Brasil.

Em coletiva, o senador disse que os tucanos defenderão a PEC que flexibiliza a aplicação da lei no caso de crimes graves cometidos por menores, modifica o ECA e aumenta a pena para autores de crimes graves e o projeto de lei que torna crime hediondo e triplica a pena para adulto que usar menores em práticas criminosas.

Acima trechos da coletiva do senador Aécio Neves.

Propostas do PSDB sobre redução da maioridade penal

http://www.onortao.com.br/noticias/video-entrevista-coletiva-do-presidente-do-psdb-senador-aecio-neves,43821.php

sábado, 28 de fevereiro de 2015

PSDB define atuação nos atos pró-impeachmente


Tucanos definem atuação nos atos pró-impeachment

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso reuniu ontem (27) na sede do seu instituto, em São Paulo, os principais quadros do PSDB no Senado para definir a estratégia da legenda diante das manifestações pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff marcadas para o dia 15 de março.

Durante um almoço que contou com a participação dos senadores Aloysio Nunes (SP), Cássio Cunha Lima (PB), Tasso Jereissati (CE), José Serra (SP) e do presidente nacional da legenda, o também senador Aécio Neves (MG), FHC fez uma intervenção pregando que o PSDB estimule o movimento, mas mantenha distância institucional do mote "Fora Dilma".

"Tem que ficar claro que nós apoiamos, mas não somos promotores", disse o ex-presidente, segundo relatos dos participantes. De todos os presentes, o único que garantiu presença na manifestação foi Aloysio Nunes. Já Aécio e Serra disseram que não devem participar.

Os tucanos apostam que as manifestações, que estão sendo articuladas pelas redes sociais, terão grande "proporção", especialmente em São Paulo, principal reduto do PSDB. Os militantes do partido não participarão de forma organizada ou uniformizados, mas estarão no evento, que começará na Avenida Paulista. O trajeto da passeata ainda não foi definido.

"Quem defende o impeachment não está consciente dos mecanismos constitucionais. Essa bandeira representa mais a indignação das pessoas", diz Aloysio. "Eu vou participar, mas não queremos tomar conta. Trata-se de uma manifestação contra o governo e nós somos oposição", afirma o senador, que foi candidato a vice na chapa presidencial de Aécio na eleição do ano passado.

Pauta

Cunha Lima reforça a posição do colega de bancada. "Não vamos fazer pirotecnia. O impeachment não está na pauta do partido, mas essa palavra não pode ser criminalizada."

Na saída do encontro, Aécio e Serra foram escalados para falar com a imprensa. "Não é uma manifestação partidária. Temos que estabelecer esse limite, ter esse cuidado. Não será iniciativa partidária", disse o mineiro.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Aécio : " Dilma parece que volta a viver em um país da fantasia"




Aécio diz que Dilma parece 'zombar' ao falar de corrupção na Petrobras
Presidente situou origem de corrupção na estatal em 1996, no governo FHC.
'Parece que [ela] volta a viver em um país da fantasia', afirmou senador.
Priscilla Mendes e Fernanda CalgaroDo G1, em Brasília


O presidente do PSDB, senador Aécio Neves, durante entevista no Senado na qual contestou declarações da presidente Dilma Rousseff sobre a origem dos casos de corrupção na Petrobras (Foto: Fernanda Calgaro/G1)

O presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG), afirmou nesta sexta-feira (20) que a presidente Dilma Rousseff parece "querer zombar" da inteligência dos brasileiros ao afirmar que, se tivesse sido investigado nos anos 1990, o esquema de corrupção na Petrobras não teria se propagado.

Dilma deu a declaração nesta sexta, no Palácio do Planalto, após cerimônia em que recebeu credenciais de embaixadores de cinco países. "Se em 1996 e 1997 tivessem investigado e tivessem naquele momento punido, nós não teríamos o caso desse funcionário da Petrobras que ficou durante mais de 20 anos praticando atos de corrupção", afirmou a presidente durante entrevista.

Nos anos de 1996 e 1997, o presidente da República era Fernando Henrique Cardoso, do PSDB.

Depois da fala de Dilma, Aécio Neves concedeu entrevista coletiva no Senado, na qual contestou as declarações da presidente. Segundo ele, a presidente “reapareceu”, após dois meses de “conveniente silêncio” – período em que Dilma não fez declarações públicas.

“A presidente reaparece, parecendo querer zombar da inteligência dos brasileiros ao atribuir o maior escândalo de corrupção da nossa história, patrocinado pelo governo do PT, a um governo de 15 anos atrás. Na verdade, parece que a presidente volta a viver em um país da fantasia, que conduziu a sua campanha e que tanta decepção trouxe inclusive aos seus eleitores", disse.

Segundo ele, o partido não teme investigações. "O PSDB não tem qualquer receio de que se investigue o que quer que seja”, afirmou.

Para Aécio, a corrupção se deu de “forma institucionalizada” em benefício de um “projeto de poder”. Enquanto não houve “mea culpa” por parte da presidente, disse o senador, os brasileiros continuarão a se sentir “iludidos e lesados”.

“Era hora, de maneira muito franca, de a presidente da República fazer a sua ‘mea culpa’, olhar nos olhos dos brasileiros e dizer que o seu governo errou e errou muito. Errou na condução da economia, errou durante a campanha eleitoral ao pregar a mentira, o terrorismo como arma de campanha e errou, principalmente, no seu comportamento ético”, declarou.

Fonte G1/ Globo http://g1.globo.com/politica/operacao-lava-jato/noticia/2015/02/aecio-diz-que-dilma-parece-zombar-ao-falar-de-corrupcao-na-petrobras.htm
http://dropsmisto.blogspot.com

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Aécio : " PSDB se prepara para um grande debate"



Aécio Neves: PSDB se prepara para um grande debate

O presidente do PSDB, senador Aécio Neves, afirmou, nesta quinta-feira (06/02), que o partido se prepara para um grande debate durante as eleições presidenciais desse ano. A declaração foi dada após reunião com o presidente do Democratas, senador Agripino Maia, em que foi discutida a aliança entre os partidos nos estados.

Aécio Neves criticou a falta de solidariedade do governo federal junto a estados e municípios em saúde, educação e segurança pública. O senador também lamentou o uso do Estado brasileiro para atender aos interesses do PT, e não da sociedade brasileira.

“O que me anima nessa aliança com o Democratas é que o nosso discurso é muito afinado, muito convergente. Somos contra o aparelhamento da máquina pública, contra essa visão ideológica que conduz a política externa brasileira. Somos contra esse centralismo absurdo do governo federal que impede uma ação mais solidária na segurança pública com estados e municípios, na saúde, onde o governo federal a cada ano vem se omitindo em relação aos anos anteriores, e até na qualidade da educação. O PSDB se prepara para um grande debate e para dizer aos brasileiros que esse ciclo de governo do PT exauriu-se”, disse.

Aécio Neves também afirmou que a aliança entre PSDB e DEM, além do plano nacional, está encaminhada em praticamente todos os estados brasileiros.

“Em 90% dos estados a aliança do PSDB com o Democratas está consolidada, até porque é uma aliança natural. E as alianças que funcionam na política são as que têm naturalidade, aquelas que respeitam a história de cada estado, que respeitam a tradição de cada região do Brasil. Essas alianças feitas por cima, a fórceps, através da distribuição de cargos, de favores, acabam não tendo uma correspondência na realidade local e o feito eleitoral que alguns acham que terão. As alianças que temos buscado construir são alianças que respeitam a aliança de cada estado e que possam expressar nossa visão de Brasil”, disse Aécio Neves.

PSDB/Aécio

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Aécio : " Não sou candidato, sou Presidente do PSDB"



Aécio: não sou candidato, sou presidente do PSDB

Publicado por Maurício Júnior, em 22.08.2013 às 12:25/ Folha de São Paulo

Senador defendeu a realização das prévias só em 2014 (Foto:Reprodução/Internet)

O presidente nacional do PSDB, Aécio Neves, reafirmou em entrevista coletiva sua posição favorável à realização de prévias no partido, porém, o pleito só deve acontecer no “momento certo” e quem decidirá a data será a executiva. O senador também justificou que sua movimentação desde que assumiu a presidência da legenda é “apenas para fortalecer o partido”. Veja trechos da entrevista:



Sobre prévias no PSDB

A minha posição em relação a prévias é a que sempre tive. Não tenho motivos para mudar de posição. Em 2009, propus ao partido as prévias, continuo achando que são um instrumento importante, basta que após o prazo de filiação, após outubro, haja no partido mais de um postulante e essa postulação seja submetida à Executiva do partido, como prevê o estatuto do partido.

Em que momento vai ser colocado?

Não depende de mim. A prévia para ocorrer basta que ocorra a postulação de mais de um candidato.

O candidato tem que ser apresentado até quando?

Não tem uma data prevista. Esse não é um assunto que tem demandado discussões internas no partido. Tivemos uma grande reunião, esse assunto não foi suscitado, mas é legítimo que quem esteja no partido possa pleitear.

Para o Sr. o ideal seria março?


Não conversei sobre isso. A minha posição pessoal é a mesma. Esse assunto não foi ainda discutido dentro do partido, tivemos uma reunião onde o assunto não foi proposto por nenhum dos diretórios, mas é legítimo que, em havendo outros postulantes, obviamente dentro do prazo legal de filiação, após outubro, e havendo essa solicitação à Executiva, que ela examine. Estou antecipando o meu voto porque não conversei com absolutamente ninguém sobre isso.

O Sr. fala depois de outubro, depois do prazo de filiação partidária, significa que candidaturas não serão discutidas antes do fim do prazo de filiação partidária?

Acho que candidaturas só podem ser discutidas lá na frente. Acho que o PSDB deve definir sua candidatura à Presidência da República no ano de 2014, no início de 2014. Foi o que sempre defendi e continuo defendendo.

Quem quiser mudar de partido não vai ter prévias antes?

Isso é você quem está dizendo.

Se fala, inclusive, no ex-governador Serra, que poderia sair. É uma forma de tentar segurá-lo no partido?

Tenho enorme respeito pelo companheiro Serra. Reitero isso sempre que posso. Ele é parte da história do PSDB. Todos nós gostaríamos que ele ficasse no partido, na mesma trincheira que nós estamos. Agora, a questão da mudança de partido é sempre uma decisão muito pessoal, que, obviamente, o PSDB saberá respeitar.

O Serra é um bom candidato a senador?

Serra sempre será um ótimo candidato a qualquer cargo.

O Sr. está disposto a disputar as prévias?

Não sou candidato. Sou presidente do PSDB. Da minha parte, não existe nenhuma postulação à candidatura presencial. Sou presidente do PSDB. 2014 é 2014. Sou presidente do partido, toda minha movimentação é movimentação responsável hoje, que pensa na construção dos palanques regionais, em garantir capilaridade para que tenhamos uma ampla bancada na Câmara Federal e nas assembleias legislativas, para que possamos enfrentar o governo que está aí.

Sobre as viagens

Vamos fazer, a cada dez dias, uma incursão em regiões do estado de São Paulo. Intercaladamente já definimos os grandes encontros regionais do PSDB. O primeiro dele vai ser dia 13 de setembro, reunindo toda região Sul do Brasil. Esse será o primeiro dos encontros regionais, depois teremos o encontro do Nordeste, será o próximo, em Maceió. Nos reuniremos no Nordeste já construindo uma agenda programática para a região. Em seguida faremos em Manaus o encontro da região Norte e depois, a cada 15 dias, até, se não me engano, final do mês de outubro, concluiremos com um encontro no Centro-Oeste, em Goiânia

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Aécio : " O plebiscito nasceu morto e o governo sabia disso "

Aécio dispara novas críticas


Brasília - O senador e presidente do PSDB, Aécio Neves (MG), declarou ontem, em Brasília, que o "plebiscito nasceu morto e o governo sabia disso". "Era uma forma de desviar a atenção da população das questões centrais", afirmou o tucano, que provavelmente será um dos adversários da presidente Dilma Rousseff na disputa eleitoral de 2014. "O governo, quando criou a Constituinte exclusiva, que durou 24 horas, sabia que ela era inviável. Quando apresentou uma proposta de plebiscito sobre temas tão complexos em um prazo tão curto, sabia que era inviável. É um engodo", acrescentou.

Aécio criticou o fato de o governo ter ouvido apenas aliados e ter deixado de lado aqueles que, segundo ele, representam metade da população brasileira, em referência aos políticos tucanos. Para o senador, falta diálogo com a oposição para que a proposta da reforma política possa ir adiante. "Lamentavelmente não é um pacto. É uma forma de mais uma vez transferir as responsabilidades que são dela, que são do seu governo, do seu partido, para o Congresso."

O tucano voltou a defender a realização de um referendo em vez do plebiscito sugerido pelo Executivo federal, afirmando que a prerrogativa de propor a consulta é do Legislativo: "Nós, congressistas, temos que votar o tema da reforma política. E nós, da oposição, defendemos que, votada a reforma política, possamos submetê-la a um referendo  com as eleições do ano que vem".

Aécio disse ainda que o PSDB apresentará um conjunto de ideias em reunião da executiva na terça-feira. "Vamos conversar com outras forças partidárias já na próxima semana e estamos dispostos a construir uma agenda no Parlamento para uma reforma política."
Estado de Minas

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Aécio no comando do PSDB









Senador mineiro já tem agenda acertada, a começar por São Paulo, para buscar um consenso nacional em torno do seu nome e da sua pré-candidatura à Presidência da República em 2014

Bertha Maakaroun


O senador Aécio Neves (PSDB) será o futuro presidente nacional do partido. Embora com o apoio da maior parte da bancada federal e de caciques da legenda, como o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, o ex-senador Tasso Jereissati (CE), o presidente nacional do partido, deputado Sérgio Guerra (PE), e dos governadores tucanos, o mineiro quer ser resultado de um consenso construído a partir do diálogo com nomes de todas as regiões do país.

Ele já tem agendada ainda este mês uma conversa com o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB). Depois do paulista, Aécio continuará alinhavando ao Sul, Norte e Nordeste. É objetivo repetir o modelo que o elegeu em 2002 ao governo de Minas, em que em articulação ampla reuniu extenso leque de apoios, a começar pelo então governador Itamar Franco, que deixara o PMDB em decorrência de atritos com o então vice-governador Newton Cardoso (PMDB).

Além de nome que unifica o partido, Aécio é a cara do "novo" e, como pré-candidato à sucessão de Dilma Rousseff (PT), poderá, à frente do PSDB nacional, ganhar visibilidade e fazer o debate dos grandes temas. Além da mídia espontânea que vem a reboque das questões do debate, Aécio terá espaço nos programas do partido, que serão exibidos em 30 de maio e em 19 de setembro, além dos oito dias de inserções de 5 minutos diários. "Ele ficará senhor do tempo e do conteúdo, podendo administrar o tom para a construção do projeto alternativo", considera o presidente estadual do PSDB, Marcus Pestana, lembrando que, embora a tradição não seja aplicável ao Brasil, no parlamentarismo europeu são os porta-vozes dos partidos os futuros candidatos a primeiros-ministros.

O nome de Aécio vem ganhando corpo dentro do PSDB já há algum tempo, mas foi sobretudo a partir do segundo semestre do ano passado, no momento em que havia forte cobrança de falta de projeto de poder das oposições, que se explicitou o consenso entre os líderes tucanos, à exceção do grupo do ex-governador José Serra. No fim do ano passado, em jantar com integrantes da bancada de deputados, Aécio ouviu o pedido para que assumisse o comando da legenda.

Entre o Natal e o ano-novo, mais um gesto de que o senador mineiro vai mesmo assumir a direção nacional do partido, passo para a construção de sua pré-candidatura ao Planalto. Dando sequência a uma série de encontros com economistas ligados ao PSDB - com os quais tem definido o tom do debate -, Aécio se reuniu, em seu apartamento no Rio de Janeiro, com Fernando Henrique Cardoso; com o ex-ministro da Fazenda Pedro Malan; o ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga; e Edmar Bacha, um dos formuladores do Plano Real.

"Aécio sempre deu valor ao tempo na política. Sabe o tempo de se lançar", afirmou ontem Danilo de Castro, secretário de Estado de Governo. Opinião semelhante manifesta Marcus Pestana, para quem, sendo a convenção nacional do PSDB em maio, não há necessidade de se precipitar. "Aécio vai na última semana deste mês retomar a conversa com Geraldo Alckmin para a construção do projeto de êxito", ressalta Pestana. O senador estará em viagem de férias fora do país pelos próximos dias, com a filha, Gabriela.

Não à toa a conversa inaugural de Aécio Neves sobre a Presidência do PSDB será com o governador paulista. É necessário consolidar a aliança entre Minas e São Paulo, considerado o "parceiro" mais importante, para o projeto de "consenso partidário".

Embora já explicitado o apoio a Aécio pelos demais governadores tucanos, Teotônio Vilela (AL), Marconi Perillo (GO), Simão Jatene (PA), Beto Richa (PR) e Anchieta Junior (RR), além de Antonio Anastasia (MG), Aécio voltará a visitá-los. Já com a bancada federal, a relação é boa. Marcus Pestana lembra que a bancada mineira do PSDB, por orientação de Aécio, inclusive, cedeu a liderança do partido na Câmara ao deputado federal Carlos Sampaio (SP) a partir deste ano. "A bancada de Minas acabou de fazer gesto em direção a São Paulo. A vaga de líder era de Minas, por acordo interno. Mas abrimos mão para eleger o Carlos Sampaio", explica. "Não estamos nem na Guerra dos Emboabas nem na Revolução de 32. A questão não é regional de Minas versus São Paulo. O que nos move é um projeto alternativo com viabilidade para esgotar o modelo do lulopetismo", acrescenta Pestana.

"Eu cumprirei meu papel como sempre cumpri. (.) Eu vou cumprir meu papel seja ele qual for, só não vou antecipar etapas" Aécio Neves, senador, em 3/12/12, ao ter seu nome lançado tanto para a presidência do partido quanto para a Presidência da República

Cadeia nacional

Datas dos programas e inserções do PSDB este ano

30 de maio e 19 de setembro
No rádio: 20h às 20h10
Na TV: 20h30 às 20h40

Dez inserções de 30 segundos por dia em:
18, 21, 25 e 28 de maio
10, 21, 26 e 28 de setembro

Fonte: TSE
Estado de Minas Gerais

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Aécio deve comandar o PSDB em 2013

Senador Aécio Neves 




Ala mineira lança senador para a presidência da sigla; ele só não assume se optar por indicar aliado de estreita confiança

Ideia é antecipar a exposição nacional do principal nome tucano para a eleição presidencial de 2014

O senador Aécio Neves (PSDB-MG) deve assumir o comando nacional do PSDB a partir do ano que vem. Seu nome foi lançado formalmente ao posto por dirigentes da ala mineira do partido e, mesmo aliados de José Serra, seu adversário interno, admitem que, se Aécio quiser, será presidente do PSDB.


O senador é a principal aposta dos tucanos para disputar a Presidência da República em 2014. A ideia é usar o espaço institucional que ele teria como presidente da sigla para antecipar sua apresentação, especialmente nas regiões Norte e Nordeste.

Como comandante do PSDB, Aécio poderá usar 40 propagandas semestrais na TV a que o partido tem direito para divulgar suas plataformas.

Procurado, Aécio não negou a articulação. Disse, via assessoria, que não está "pleiteando" a presidência do PSDB, mas que não "tomará nenhuma decisão sem antes consultar FHC, Sérgio Guerra, o governador Geraldo Alckmin [SP] e José Serra".

O tucano só não ficará com o cargo se optar por emplacar um aliado de sua estrita confiança, que seguisse suas orientações. Segundo alguns tucanos, com essa composição Aécio teria mais flexibilidade para tocar as negociações por alianças em 2014

A articulação para emplacar o senador mineiro no comando da sigla tem o apoio do atual presidente da sigla, deputado Sérgio Guerra, e foi oficializada pelo presidente do PSDB em Minas Gerais, deputado Marcus Pestana.

"Se depender de mim, Aécio será meu sucessor", disse Guerra à Folha ontem.

Em artigo publicado anteontem no jornal mineiro "O Tempo", Pestana defendeu que o partido realize um congresso nacional no primeiro semestre do ano que vem para redefinir seu programa -parte da agenda de "renovação" pregada pela sigla.

"Poderíamos culminar na convenção nacional com a eleição de Aécio Neves para a presidência nacional do partido, apontando claramente, sem nenhuma ambiguidade, que o PSDB travará o bom combate em 2014", diz o deputado, no fim do texto.

Em outubro, Pestana sugeriu em texto entregue a Sérgio e ao ex-presidente FHC, diretrizes para a realização do congresso tucano, mas não mencionou a condução de Aécio à chefia da sigla.

ALA PAULISTA
Nesse texto, Pestana sugere que o partido promova encontros estaduais e municipais para redefinir sua bandeira. A propostas é muito semelhante às apresentadas, este mês, por duas alas do PSDB paulista. Todos os documentos defendem a "renovação" do partido e atualização de suas propostas após os debates com as bases.

Em São Paulo, a pauta da renovação no PSDB ganhou força após a derrota de Serra na disputa à prefeitura este ano. Aécio pregava a "refundação" da sigla desde a derrota do rival para a presidente Dilma Rousseff, em 2010.

Se em 2010 Serra saiu enfraquecido da eleição, o naufrágio deste ano lhe tirou ainda mais fôlego. Nos bastidores, serristas defendem, que o melhor seria buscar uma composição com Aécio. Mas não sabem se Serra faria isso.

"É cedo para falar em sucessão, mas não há nada a se estranhar. Aécio é um nome de exposição nacional, que poderia vir a ser [presidente da sigla]", disse o ex-governador Alberto Goldman, do grupo de Serra.

Frases

"[Não vou] tomar nenhuma decisão sem antes consultar FHC, Sérgio Guerra, o governador Geraldo Alckmin e José Serra"
AÉCIO NEVES - senador pelo PSDB

"Se depender de mim, Aécio será meu sucessor"
SÉRGIO GUERRA - deputado e presidente do PSDB

"É cedo para falar em sucessão, mas não há nada a se estranhar. Aécio é um nome de exposição nacional, que poderia vir a ser presidente"
ALBERTO GOLDMAN - ex-governador (PSDB-SP)

Aecio Neves : Facebook
Drops Misto

Fonte: Folha de São Paulo

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Aécio Neves: Gestão de qualidade é transparência, foco, prioridade

Aécio Neves: PSDB quer nova agenda para o Brasil.

Em reunião com lideranças políticas e empresariais, nosso senador Aécio Neves, afirmou que o PSDB quer propor uma nova agenda para o país, ampliando o debate, mobilizando setores da sociedade.

O Senador Tucano reiterou suas críticas à ausência de um projeto de desenvolvimento para o Brasil e o imobilismo do governo federal nos últimos anos.

Aécio Neves:

"O PSDB tem que assumir o papel do partido que pensa o Brasil, que faz a política em uma dimensão maior do que essa política do dia a dia, do segura ministro aqui, segura outro acolá, sem qualquer iniciativa. Estamos encerrando o primeiro ano do governo da presidente Dilma. Pergunto, qual a questão estruturante que esse governo propôs? Nenhuma, absolutamente nada. O PSDB assume sua responsabilidade, chama outros setores da sociedade para iniciar um processo de discussão do futuro".

Aécio Neves constatou que a agenda atualmente praticada no País resulta das reformas e da política fiscal e monetária implementadas durante o governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.
"A agenda que está em curso no Brasil hoje é a proposta pelo PSDB há quase 20 anos, que começa com o Plano Real, com a estabilidade econômica, passa pelas privatizações, pelo Proer, pelo início dos programas de transferência de renda, pela Lei de Responsabilidade Fiscal. No governo do PT não houve nenhuma inovação".

Aécio também defendeu as propostas debatidas durante o seminário "A Nova Agenda - Desafios e Oportunidades para o Brasil", promovido pelo Instituto Teotônio Vilela (ITV), notadamente a de autoria do economista Pérsio Arida, que corretamente defende a maior remuneração da caderneta de poupança e do FGTS.

A importância da gestão pública de qualidade, produz benefícios sociais diretos para a população.
"Não há nenhuma medida de maior alcance social, que beneficia mais a vida das pessoas, do que o dinheiro público bem aplicado. Quando falamos de gestão pública de qualidade não é um tema árido para as pessoas. Gestão de qualidade é transparência, foco, prioridade".

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Aécio : "O PSDB irá antagonizar o imoblismo crônico do governo federal"

Aécio Neves destaca contraste entre construção de nova agenda pelo PSDB e paralisia do governo feder

O senador Aécio Neves (PSDB/MG) disse em entrevista, nesta segunda-feira (07/11), que o PSDB inicia a discussão de uma nova agenda para o Brasil, em contraste com a paralisia do governo federal. A declaração foi dada esta manhã, antes do início do seminário "A Nova Agenda - Desafios e Oportunidades para o Brasil", promovido pelo Instituto Teotônio Vilela (ITV), no Rio de Janeiro. O senador lembrou que a agenda aplicada atualmente no País foi construída nos governos do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.
"Para antagonizar com o imobilismo crônico desse governo, o PSDB inicia um processo de discussão da nova agenda. Vamos falar da questão econômica e de políticas sociais, iniciar um processo de discussão da nova agenda dos próximos 20 anos do Brasil. A agenda em curso hoje é a proposta pelo PSDB lá atrás, a partir de 1994, com o processo que vem desde a estabilidade econômica, com o Plano Real, as privatizações, o Proer, a Lei de Responsabilidade Fiscal, o programa de Saúde da Família, na área da saúde, com os genéricos. Enfim, a construção que está sendo aplicada hoje é a que o PSDB propôs. A política macroeconômica, com metas de inflação, com câmbio flutuante, com superávit primário. Não teve nada de novo. O governo do PT é o governo do imobilismo", disse.
Para Aécio, o governo federal não teve coragem de enfrentar as grandes questões que o Brasil precisa discutir. Ao invés disso, preferiu aproveitar altos índices de popularidade e o bom momento da economia internacional.
"O atual governo perdeu uma oportunidade extraordinária. Seis anos do mandato do presidente Lula de prosperidade econômica internacional, com altíssima popularidade, uma ampla base de apoio, e a agenda de reformas pendente é a mesma deixada no governo Fernando Henrique. Por mais que o momento de prosperidade econômica desses anos tenha feito, por um lado, bem ao Brasil, com a expansão da nossa economia, com geração de empregos e de renda, por outro fez muito mal ao governo. Porque o governo surfou nos índices de popularidade, como se essa tivesse sido uma conquista sua. Na verdade, foi do ambiente econômico, muito favorável. E se considerou isento de fazer as grandes intervenções que precisavam ser feitas. O PT abdicou de ter um projeto de país, e o PSDB, inclusive, até com sua responsabilidade histórica, e em razão desse vácuo que está aí, vai iniciar um processo de, novamente, pensar o Brasil".
Gestão Pública
Aécio Neves também afirmou que o partido deve mostrar à população que a gestão pública de qualidade possui grande impacto social, ao contrário do aparelhamento do Estado. O senador lembrou o seu governo em Minas Gerais (2003/2010), quando uma série de avanços sociais foi possibilitada com o Choque de Gestão, baseado na premissa de que o Estado deve gastar menos com ele próprio para investir mais no cidadão.
"O tema da gestão pública de qualidade, por exemplo, que as pessoas consideram distante da população, não é. Em Minas mostramos que não é. Não há nenhuma medida de maior alcance social que a boa aplicação do dinheiro público. Vamos fazer isso em contraponto com o que está acontecendo aí, com esses desvios. O governo hoje é refém de uma armadilha que ele próprio montou, este aparelhamento absurdo da máquina pública, imobilizado pelas pressões da base, sem poder de iniciativa alguma em relação às grandes questões. É um governo que é reativo. Para usar um termo que a presidente gosta muito de usar: o malfeito para este governo só é malfeito quando vira escândalo. Antes de virar malfeito, está bem feito", alertou Aécio, lembrando a série de denúncias que assola o governo federal.
O seminário
O seminário é dividido em duas partes principais: uma econômica e outra social. Na primeira delas, os economistas Armínio Fraga, Pérsio Arida, Armando Castelar e Gustavo Franco discutiram o cenário econômico atual, sob a coordenação de Mônica De Bolle. Na sequência, Edmar Bacha comandou a discussão sobre o nosso panorama social, com as participações de Simon Shwartzman, André Medici, Cláudio Beato e Marcelo Caetano.
O presidente nacional do PSDB, deputado Sérgio Guerra, e o ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso farão o encerramento o evento, aberto pelo presidente do ITV, Tasso Jereissati.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Aécio Neves : "É hora do PSDB voltar a ousar"

Uma nova agenda para o Brasil

22/09/2011
PSDB proporá uma nova agenda, baseada em educação, serviços de saúde de qualidade e preocupação com o meio ambiente
Brasília (22) - O senador Aécio Neves (PSDB/MG) declarou, nesta quinta-feira (22/08), que o PSDB proporá uma nova agenda para o Brasil, baseada em educação e serviços de saúde de qualidade, além da preocupação com o meio ambiente. O senador destacou a importância para a população da boa gestão dos serviços públicos e afirmou que o país precisa de um novo planejamento que permita o crescimento da economia com desenvolvimento social. Ele assegurou que esta será uma das prioridades do partido, que encomendou pesquisa para apurar as expectativas da população em relação ao Brasil e ao próprio PSDB.
"Vamos construir uma nova agenda, que fale em educação básica de qualidade, que fale em gestão também de qualidade na saúde pública, nas questões ambientais, enfim, uma nova agenda para o Brasil para os próximos 20 anos. O nosso diagnóstico final é de que ainda está em curso no Brasil agenda proposta pelo PSDB lá atrás, quando da primeira eleição do presidente Fernando Henrique", observou.
Segundo Aécio Neves, a pesquisa demonstrou que os brasileiros reconhecem que o país passou a avançar depois do controle da hiperinflação, que atingia, sobretudo, as famílias mais pobres. A estabilização econômica, conquista do governo do presidente Fernando Henrique Cardoso, é vista como marco inicial desse avanço.
"Os brasileiros, 70% dos entrevistados, reconhecem que o Brasil começa a mudar para melhor a partir do governo do PSDB, a partir do Plano Real, da estabilidade econômica, da modernização da economia, com Fernando Henrique, da Lei de Responsabilidade Fiscal, e vem avançando de lá para cá", disse o senador.
Aécio Neves disse, ainda, que o PSDB vai iniciar a formulação dessa nova agenda para o país em um grande seminário, a ser realizado em outubro. Na oportunidade, o partido também irá iniciar o resgate de algumas de suas bandeiras.
"É hora de o PSDB voltar a ousar, voltar a pensar o Brasil pelos próximos 20 anos. E é isso que estaremos fazendo com um grande seminário que organizaremos no final do mês de outubro. O PSDB tem que voltar a ser, para a população brasileira, o partido dos valores éticos e morais, o partido da eficiência na gestão pública, e o partido da coragem e da ousadia para fazer as reformas que o PT, infelizmente, abdicou de fazer", declarou Aécio.
Corrupção
Além de apurar as prioridades da população, a pesquisa feita pelo PSDB mostrou que o Partido dos Trabalhadores (PT) já é identificado com a corrupção e a ineficiência.
"O partido buscou fazer um diagnóstico de quais são as reais necessidades da população, quais são as expectativas que ela tem em relação não apenas ao PSDB, mas ao quadro político brasileiro. Alguns temas chamaram muita atenção, algo que deve levar alguma preocupação ao PT, principalmente. Começa a haver uma avaliação de parte expressiva da população, todas essas denúncias de corrupção, de ineficiência administrativa, de aparelhamento da máquina pública, começam a chegar muito perto do Partido dos Trabalhadores", afirmou o senador.
Da Assessoria de Imprensa - Senador Aécio Neves

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Aécio Neves : "CPI da Corrupção ganha força"


Para o senador, imobilismo do governo na apuração de denúncias reforça necessidade de investigação pelo Congresso
O senador Aécio Neves afirmou, nesta quarta-feira (31/08), em Brasília, que a CPI da Corrupção vem ganhando força no Congresso Nacional. Para o senador, isso ocorre em razão da baixa disposição demonstrada pelo governo federal na investigação das denúncias feitas pela imprensa sobre desvios e irregularidades nos ministérios e órgãos federais.
"A CPI da Corrupção é um movimento absolutamente legítimo, que vai ficando mais forte à medida em que o governo mostra de forma clara que não tem a intenção de ele próprio averiguar os malfeitos que ocorrem dentro dele. O governo tem agido de forma absolutamente reativa. Apenas após as denúncias nos veículos de comunicação, da imprensa, é que o governo busca agir", disse.
Aécio Neves declarou ainda que a CPI defendida pelos partidos de oposição pode dar transparência à administração federal. Para ele, a iniciativa deveria contar com o apoio também de integrantes da base do governo.
"A CPI pode ser um instrumento extremamente valioso para que investiguemos como foi composto este governo e quais os objetivos de alguns dos seus membros hoje. O PSDB deve continuar nessa luta, buscando sensibilizar, inclusive, setores da base do governo", alertou Aécio.
Governabilidade
Aécio Neves afirmou que o PSDB não trabalha para atingir a estabilidade do governo federal. O senador destacou que o histórico de atuação do PSDB mostra que o partido, mesmo na oposição, sempre agiu com responsabilidade e em favor dos interesses do país.
"O histórico do PSDB é de enorme responsabilidade. Temos dito, de forma muito clara, que, mesmo se instalando uma CPI, estaremos ajudando aqueles que querem, dentro do governo, efetivamente, fazer essa dita faxina. O que está acontecendo é que não há uma posição que me pareça sincera do governo de enfrentar para valer os casos de corrupção. Da nossa parte, haverá responsabilidade sempre para fazermos as investigações, levarmos à punição aqueles que tenham ocorrido em atos ilegais, ilícitos, mas não é de interesse do PSDB atentar contra a governabilidade do país", argumentou.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

PSDB-MG cobra política tributária mais justa para o leite



Parlamentares cobrarão do governo federal política tributária mais justa aos produtores de leite
Tornar a cadeia produtiva do leite mais competitiva e cobrar do governo federal uma política tributária mais justa aos produtores é uma das principais propostas da Subcomissão Especial do Leite na Câmara dos Deputados.
Presidida pelo deputado federal tucano, Domingos Sávio (PSDB/MG), a subcomissão iniciou seus trabalhos, nesta semana, com uma ampla agenda de trabalho em defesa dos produtores de leite de todo o país.
O Brasil produz cerca de 30 bilhões de litros de leite por ano, sendo que 28% da produção brasileira sai de Minas Gerais, estado administrado pelo PSDB.
Mesmo com o mercado em franca expansão, o produtor sofre com quedas constantes de preço e com os altos impostos cobrados pelo governo federal.
Agencia Minas

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Aécio tem 82% da bancada do PSDB em Brasília

Em números o apoio à Aécio:

A convenção do PSDB no último fim de semana deixou claro o tamanho do apoio que seus principais líderes têm na legenda.

Dos 53 deputados federais, 45 fecham com o senador Aécio Neves (MG) e não abrem. No Senado, a vantagem é ainda maior: dos 11 parlamentares, nove estão com o mineiro.


Estado de Minas

terça-feira, 31 de maio de 2011

Aécio comanda uma nova geração dentro do PSDB


 O arraial tucano

A convenção tucana do final de semana expôs um quadro lamentavelmente claro do desarranjo atual de forças no PSDB, principal partido de oposição no Brasil.

O senador Aécio Neves (MG) impôs uma derrota ao grupo de José Serra (SP) na primeira batalha da guerra interna para definir quem disputará a Presidência da República, dentro de três anos.Serra, na realidade, não saiu menor do que entrou no evento tucano.
O espaço do ex-governador de São Paulo dentro do partido já havia sido muito reduzido após o pleito presidencial de 2010.
Aécio consolida assim, num primeiro momento, a tomada de comando de uma "nova geração" dentro do PSDB. Isso não significa, como é óbvio, que os caminhos de 2014 estejam definitivamente traçados para a oposição.

(...)Folha de São Paulo - Editorial