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segunda-feira, 12 de maio de 2014

Aécio : "O PT confunde interesse público com o privado"



O público e o privado”, por Aécio Neves


Artigo do senador Aécio Neves, presidente do PSDB, publicado no jornal Folha de S.Paulo – 12/05/14

O que o PT tem contra as estatais?

Depois de anos de discursos condenando as privatizações e se apresentando como defensor das empresas públicas, chega a ser cruel ver como a retórica se transformou em exercício prático de poder. Os estragos provocados pela interferência do governo são de tal ordem que não permitem outra conclusão: o governo mais estatizante pós ditadura militar é o que mais maltrata as empresas estatais.

Os bordões repetitivos do partido, usados à exaustão como arma eleitoral, nos quais difunde-se um país dividido entre nacionalistas e entreguistas, já não surtem mais efeito diante do quadro de destruição perpetrado na administração pública. A mão pesada do Estado está levando as estatais federais às cordas. A Eletrobras perdeu grande parte do seu valor. As ações da Petrobras desabaram.

O que está em risco é o patrimônio do povo brasileiro. É a riqueza pública que se esvai na incompetência e na ingerência política sem limites. Antes, assistíamos orgulhosos às conquistas da Petrobras, uma empresa respeitada globalmente. Hoje, o que se vê é a dilapidação da credibilidade conquistada em 61 anos de história.

Os exemplos da intromissão excessiva do governo nas instituições públicas transbordam por todos os lados. Servidores estão quebrando o silêncio. No IBGE, os funcionários reagiram e o governo recuou da decisão autoritária de não divulgar a Pnad Contínua. O Ipea e a Embrapa não ficaram imunes à intervenção política.

Neste fim de semana, voltaram a surgir graves evidências de que o indiscriminado e ostensivo aparelhamento chegou também aos fundos de pensão, que apresentaram prejuízo recorde em 2013.

Diante de tantas e novas denúncias, a caixa preta das operações conduzidas pelas direções desses fundos, nos últimos anos, precisa ser aberta, para que sejam esclarecidas suspeições diversas de operações no mercado financeiro, maquiagens contábeis e prejuízos astronômicos.

O certo é que o petismo leva para dentro das estatais o que há de mais atrasado em gestão, confundindo o interesse do Estado com o interesse das pessoas no poder. Quando as coisas dão errado, a saída é a de sempre –ninguém sabe nada e tenta-se transformar fatos graves e sucessivos em ações isoladas e episódicas.

Os brasileiros não se enganam mais, como bem mostram as pesquisas de opinião que apontam para um profundo desejo de mudança. O país exige não só competência gerencial, mas também transparência e ética na condução dos negócios públicos. O recado é claro, no que se refere às estatais: precisamos devolver as empresas públicas ao seu verdadeiro dono –o povo brasileiro.
http://dropsmisto.blogspot.com

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Aécio critica o grande número de partidos políticos



Senador Aécio Neves: mensalão revelou fragilidade sistema partidário
Aécio Neves elogia julgamento do mensalão
O senador Aécio Neves considera o julgamento do mensalão foi um divisor de águas no País. Para Aécio, da corte do Supremo Tribunal Federal veio o recado inequívoco de que não há mais espaço para se tolerar práticas ilícitas na política. Mas, salientou o senador, em recente artigo, o julgamento teve outro mérito: expor, às claras as entranhas e as fragilidades do atual sistema partidário brasileiro. O enorme número de partidos políticos não tem contribuído, na avaliação do senador, para fortalecer a democracia do Brasil.

“O resultado é uma pulverização que leva ao empobrecimento do debate e do exercício da política. E também aos balcões em que presidentes, governadores e prefeitos têm que negociar a composição de suas bases legislativas nem sempre sob a força das convicções e dos programas, como se vê caso do mensalão, ou nos exemplos da generosa repartição de fatias da administração em contrapartida ao apoio político, em nome da governabilidade”, disse o senador.

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Aécio diz que Serra também pode ser o candidato do PSDB


Aécio Neves : Líder da oposição
Senador Aécio Neves 



Serra pode ser candidato em 2014 mesmo se for eleito em SP, diz Aécio

FÁBIO BRANDT
DE BRASÍLIA

Para o senador Aécio Neves (PSDB-MG), o ex-governador de São Paulo José Serra (PSDB) pode ser candidato a presidente da República em 2014 mesmo se for eleito prefeito de São Paulo em 2012. "As circunstâncias lá na frente podem demonstrar que ele [Serra] é a grande alternativa para a sucessão presidencial. Eu não afasto isso de maneira peremptória e definitiva", disse Aécio.

Leia a transcrição da entrevista de Aécio à Folha e ao UOL
Veja fotos da gravação da entrevista com Aécio

O senador falou sobre o assunto no "Poder e Política - Entrevista", programa do UOL e da Folha conduzido pelo jornalista Fernando Rodrigues no estúdio do Grupo Folha emBrasília.

Ainda sobre a eleição presidencial de 2014, Aécio Neves se disse "preparado" e "muito competitivo" para disputar o Planalto. Mas afirmou que entre seus defeitos "não está o da obsessão" e que pode apoiar outro candidato que tiver mais chances de vitória.

Na entrevista, o político mineiro também criticou a presidente Dilma Rousseff, a quem atribuiu nota 5, numa escala de zero a dez. "É bem intencionada, mas ela não consegue fazer o que precisa ser feito. Não consegue fazer o país avançar nas grandes reformas", afirmou.

Ele falou ainda sobre a CPI do Cachoeira, que foi instalada no Congresso nesta semana e deve investigar as relações de políticos com o empresário Carlinhos Cachoeira, preso e suspeito de chefiar uma máfia de jogos ilegais.

Segundo Aécio, o cenário atual indica que será cassado o mandato do senador Demóstenes Torres (ex-DEM). O senador disse ainda que todos os citados nos grampos da Polícia Federal e suspeitos de envolvimento com Cachoeira devem ser investigados, inclusive o governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB). Sobre o deputado Carlos Alberto Leréia (PSDB-GO), que é amigo de Cachoeira, Aécio disse que o PSDB pode decidir por licenciá-lo.

terça-feira, 24 de abril de 2012

Senador Aécio Neves insiste em royalties mais justos


Aécio Líder da Oposição



Senador Aécio Neves quer mudanças nos royalties do minério

O senador Aécio Neves, em sua atuação no Congresso, vem defendendo uma questão importante para o país: a revisão dos royalties da mineração.

Para o senador Aécio Neves, essa é uma das questões mais importantes para o Brasil e não pode mais ser adiada. A proposta do senador Aécio Neves que tramita do Senado garante aumento nos valores repassados pelas mineradoras ao poder público como compensação.

Pelo projeto do senador Aécio Neves, o estado de Minas Gerais receberia R$ 1,9 bilhão, contra os atuais R$ 250 milhões. Já os municípios mineradores de Minas veriam os valores que recebem saltarem de R$ 715 milhões para R$ 2,3 bilhões em royalties.

O aumento dos royalties do minério é prometido desde 2008 pelo governo federal e foi promessa de campanha da presidente Dilma, mas o governo não apresentou qualquer proposta até o momento.

segunda-feira, 19 de março de 2012

Senador Aécio Neves: gestão de qualidade reconhecida pelo BID



O senador Aécio Neves conseguiu empréstimo de 150 milhões junto ao BID para projetos de prevenção e combate à violência.


Senador Aécio Neves: gestão de qualidade reconhecida pelo BID

O senador Aécio Neves tem excelentes relações com os órgãos internacionais de financiamento. Foi durante seu governo que Minas Gerais voltou a ter crédito junto a esses organismos, que haviam suspendido empréstimos para o Estado. O Banco Mundial e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) reconheceram a qualidade da gestão pública implantada no governo de Aécio Neves, considerada por eles exemplo a ser seguido por outros estados. Nesta última semana, o senador Aécio Neves reuniu-se, a pedido do governador Antonio Anastasia, com a direção do BID para negociar empréstimo de R$ 150 milhões para projetos de prevenção e combate à violência, como o Fica Vivo!, os Centros de Prevenção à Criminalidade, Penas Alternativas e Mediação de Conflitos. O senador Aécio Neves deixou a reunião com a expectativa de que os recursos sairão até o final do ano, depois de ouvir elogios à seriedade da gestão pública praticada em Minas Gerais.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Aécio fala de suas escolhas em artigo na Folha

Citação: Folha de S.Paulo - 17/10/2011 - Coluna de Aécio Neves
Link para assinantes: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz1710201106.htm

Escolhas

Há alguns dias, Marina Silva nos ofereceu texto que estimula a reflexão sobre a dinâmica imprevisível da política do nosso tempo, cheia de transformações e novas escolhas por parte dos cidadãos. Está clara a busca coletiva por uma nova ordem que permita a superação de modelos que sobreviveram até aqui, entre eles os de políticos que se moldam, por conveniência, ao gosto do eleitorado, ou, mais pretensiosos, que tentam moldar o eleitorado à sua feição. Para além da seara dos oportunistas e dos autocratas, há os que, como a ex-senadora acreana, enxergam pessoas onde outros só veem eleitores e buscam manter com elas relação leal, sem perder de vista seus próprios princípios.
(...)
...Continua no link acima

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Aécio se destaca no programa do PSDB

Na TV, PSDB defende era FHC e ataca governo Dilma

DE SÃO PAULO - Folha de São Paulo
O programa político do PSDB que foi ao ar em rede nacional de TV na noite desta quinta-feira faz uma defesa da gestão de Fernando Henrique Cardoso na Presidência (1995-2002) e traz o próprio ex-presidente como um dos seus principais destaques.
Com o discurso de combate à inflação, "o maior mal para os trabalhadores", nas palavras de FHC, o programa cita o Plano Real, a Lei de Responsabilidade fiscal e diz que "as principais reformas" feitas no Brasil foram realizadas pelo partido.
Sem citar Lula, FHC diz que o controle das contas do governo foi importante para que o país conquistasse uma série de avanços e refere-se à gestão do sucessor como de continuidade.
"Na época tínhamos certas dúvidas se as mudanças ficariam se mudasse o governo. Por que o PT se opôs a tudo, mas mudou o governo e eles entenderam que era melhor seguir o caminho."
O ex-governador José Serra, que chegou a reclamar por ter ficado de fora das inserções da sigla em São Paulo, também aparece no programa. Cabe a ele fazer as críticas mais diretas ao governo federal, citando problemas na saúde, como o crack, a falta de infraestrutura em transportes e a falta de segurança.
"Não se trata de fazer a crítica pela crítica. É que fiscalizar, apontar o que está errado, ajuda a melhorar. Obriga o governo que está aí há nove anos a trabalhar melhor", afirma Serra, após dizer que a "corrupção" e a "incompetência" ameaçam "progressos sociais".
AÉCIO
Em um segundo momento do programa, mais propositivo, Aécio Neves defende uma "gestão eficiente" do governo e apresenta exemplos de boas práticas de gestões tucanas nos Estados.
O senador mineiro, que já se colocou como possível nome na disputa presidencial de 2014, ocupa quase dois dos dez minutos totais do programa. Tempo pouco superior ao que é dedicado a Serra, com quem Aécio disputa espaço no partido.
O programa também levou ao ar o líder do partido no Senado, Álvaro Dias (PR), o líder na Câmara, Duarte Nogueira (SP), o presidente nacional da sigla, Sérgio Guerra (PE), além dos presidentes do PSDB Mulher, Thelma de Oliveira, e da Juventude do PSDB, Marcello Richa.
Veja a íntegra do programa do PSDB:
Link para vídeo - http://www.youtube.com/watch?v=BxIXrNVGjKk&feature=player_embedded